segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O PS de Seguro dá um verdadeiro caso de estudo.

Quando o Governo encerra hospitais, Seguro lamenta-se na comunicação social.
Quando o Governo encerra escolas e financia estabelecimentos privados, Seguro encolhe os ombros.
Quando o Governo corta salários e reduz poder de compra, Seguro solidariza-se com os portugueses.
Quando o Governo encerra tribunais, Seguro entristece-se com a situação do País.
Quando cai uma tempestade que causa estragos no litoral inteiro, Seguro «exige» ao Governo que tome medidas - assim, a seco - sem dar uma única ideia que seja da sua autoria.

Ou seja, quando o País precisa de alguém que diga «se eu for Governo reponho hospitais, corto o financiamento aos estabelecimentos de ensino privados, reponho a justiça salarial e reabro tribunais», Seguro encolhe-se, baixa a cabeça e espera que votem nele por pena, na esperança de que o vejam como menos mau que Passos Coelho.

E, pior, não só surgem elementos do seu Partido a proporem aumento da carga fiscal como alternativa a cortes na despesa como ainda surge o próprio Seguro na comunicação social a propor um tribunal especial para ricos. Ou seja, uma justiça para ricos e outra para pobres. É isto que o PS, um suposto partido que combate as desigualdades, propõe.

Preocupante, no mínimo.

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