quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A moral do Procurador-Geral da República angolano


Gostaria de dizer que aceitamos os conselhos vindos desse exemplo de democraticidade que é Angola, mas, infelizmente, tenho de recordar ao senhor PGR angolano que ao menos em Portugal ainda se iniciam investigações - ainda que acabem por não dar em nada. Já em Angola, o princípio da presunção de inocência, que tanto parece apoquentar João Maria de Sousa, é respeitado ab initio: a melhor forma de o garantir, em Angola, passa por nem sequer abrir inquéritos, sobretudo contra quem manda ou contra quem tem um mínimo de influência. O dia em que o MP angolano chegar ao nosso patamar - ainda distante do desejável, é certo - já se poderá dar por muito contente.

1 comentário:

Anónimo disse...

Infelizmente assistimos há anos este tipo subserviência a Angola, além do racismo que o Português é sempre acusado. Parece-me que é a altura de os tratarmos da mesma forma. Quanto à corrupção deduzo que eles se refiram aos Soares que andaram nos diamante e marfim, e descolonizaram à moda socialista. Tiraram as armas aos brancos para dar aos pretos e não acautelaram os direitos dos portugueses.